domingo, 24 de julho de 2011

Mãe, (...). Nossos desencontros

A filosofia espírita explica os laços de família como a união de espíritos afins, que se procuram pela afeição, e a união familiar entre espíritos estranhos e pouco afetuosos. Essas encarnações possuem a dupla finalidade de servirem de provas e progresso.

Mãe, tivemos muitos desencontros nessa encarnação. Talvez eu não consegui me mostrar para você.
Busquei você em todas as pessoas, somente hoje tenho consciência disso.  Fui prisioneira de mim mesma  e demorei muito tempo para perceber que você ainda necessitava ser "filha" e não podia me dar o que ainda não tinha.

O que nasce terá de morrer, tal é a natureza das coisas. Sendo assim, todos os sentimentos conflituosos,  que, um dia, brotaram dentro de mim, se foram. Uma pessoa muito especial ( quando ele ler saberá que estou falando dele) me fez dar os primeiros passos rumo ao despertar e me libertar de mim mesma. "Saudações Humanas" a essa pessoa tão especial!!!

Dedico a você Mãe, essas palavras de Henfil: 


" Se não houver frutos, 
    valeu a beleza das flores.


   Se não houver flores,
    valeu a sombra das folhas.


    Se não houver folhas, 
    valeu a intenção da semente" 

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